25 comentários em “Prazer da nostalgia

  1. WILL,

    Capitão, sou totalmente contra censura e ditaduras! É lógico que você pode desenhar sobre o que quiser!

    E se há uma coisa que sou TOTALMENTE contra são as “políticas identitárias”. Portanto, é lógico, para mim, que você pode escrever (muito bem) sobre velhos, anões, fadas, cachorros etc. sem sê-los, evidentemente.

    Aliás, tentar censurar e prender pessoas por causa de ideias (e até por piadas!), sabemos bem que vem da OUTRA ALA política, e não da minha, concorda? Ui, ui, piadas matam!, – diriam alguns aqui.

    Por fim, devolvendo na mesma moeda, quando você fala em política (“ameaça às democracias”, “perseguição de minorias”), você passa esta vibe aqui:
    https://br.pinterest.com/pin/700309810787483028/

    AMANDA

    Donzela, se a Anésia é católica, está mal desenhada. As roupas (saiote como uniforme), cabelo em coque baixo (pandó, proibido de cortar) e são típicos da Assembleia de Deus ou Congregação Cristão. Uniforme de católicas idosas: um prático cabelo joãozinho, uma blusa/vestido estampado e um livro/cd/dvd de algum padre galã.

    LIGEIRO / OBSERVADOR

    Marujos, não sei se vocês sabem, mas “progressismo” faz parte da novilíngua, um termo que quer dizer justamente o contrário do original. Alias, legalizar drogas em um país pobre e ignorante como o nosso, proibir um cidadão DE BEM de se defender de bandidos, aborto aos 9 meses (ou além), fronteiras abertas para todo tipo de gente, penas “alternativas” para bandidos perigosos, cancelamento (e prisão) por ideias e piadas, entre outros, é um belo espetáculo de “progresso”, não é mesmo?

    1. Não gosta de política identitária, né, Ricardo?
      Talvez você esteja bastante confortável em seus privilégios.
      “Debater no campo das ideias” com “ui, ui piadas matam” me parece bastante raso.
      Ou eu tô errado?

      1. 1. Não tenho privilégio algum. Nada me foi dado de bandeja. Vestibulares, concursos, empregos… tive sempre que ser melhor que os outros. Aliás, sabia que foi o sábio chinês Confúcio o idealizador da meritocracia?

        2. Bater (metaforicamente) em esquerdista é muito fácil, devido à hipocrisia em cada parágrafo. Duvido que, caso você precise fazer uma cirurgia cardíaca, troque o melhor médico da área pelo “representante da diversidade”, com o boné do MST, cabelo azul e um lindo piercing bovino.

        3. “Ui, ui, piadas matam” é claro que é raso! O nome disso é alívio cômico, lembra?

        1. Do jeito que fala, 80% de certeza que tu é troll e ligado a algum partido ou um velho sem nada pra fazer que fica em comentários que nem aqueles caras com biblia na mão em lugares públicos se posando de salvador (ou os dois juntos)… e sim, é adhominem admitido para ver se tu deixa de ser besta. Age igualzinho ao dito pelo Olavo de Carvalho…

          Por mim, não incomodo se o will bloquear seus comentários (até o meu de brinde). Se quer ficar se posando de virtuso de direita, tem lugares que te aceitam de boa.
          Aqui tu tá parecendo aqueles caras que se posam de virtuoso solitário com a biblia na mão em lugares públicos.

          (Ou lembra um malcriado carioca estupido).

          1. Ligeirinho,

            Para a sua (preocupante) curiosidade pessoal, digo que não sou cristão, nem carioca, nem político, nem velho, nem desempregado, nem bolsonarista.

            O que lhe incomoda é, talvez, não saber contra-argumentar com qualidade, vê-se bem. Aí fica nessa:

            – Ai, Will, bloqueia ele, que óóódio!! ;(

            A turminho do bem, da empatia, do “amor venceu”, não pode ver uma oportunidade que quer censurar quem pensa diferente. É hipocrisia o nome disso, né?

    2. Hahahahahhahaha valeu Ricardo Barreto essencializando, generalizando e profundamente entendedor de velhinhas catolicas e assembleistas. Meu deuuuuuuus alguem da um cafeeeeeee pra ele pq ele merece! Deve ser a alegria dos jantares de natal em familia hahahhahahahah

  2. “Dinossauros sem meteoro não tem graça”… ééé… acho que um Meteoro sem dinossauros, mas na cabeça humana nossa… talvez o Cláudio tenha um ponto.

  3. Chega a ser constrangedor ver marxistas/esquerdistas/progressistas fingindo preocupação com democracias… burguesas. Mais factível encontrar uma donzela incorrupta em um lupanário.

        1. Agora falando muito sério, Ricardo.
          Eu leio todos os comentários aqui nesse blog. Inclusive os seus.
          E ABSTOLUTAMENTE TODOS (sem exagero, todos!) os seus comentários são em torno de assuntos políticos, sempre se doendo.
          O que me leva a crer que assuntos políticos lhe causam muito incomodo. Ou seja, você entra neste blog regularmente a procura de assuntos que lhe incomoda.
          Você acha isso realmente saudável?!
          Eu não faço ideia de como é sua cara, não sei sua idade, não sei nem se você realmente se chama Ricardo Barreto.
          Mas eu não sei se eu gostaria de conviver com uma pessoa como você.
          Penso que se eu tomasse a atitude drástica de bloquear seus comentários por aqui lhe faria até bem.
          Mas como eu disse e defendo, democracia é algo que eu zelo muito, mesmo você duvidando com deboche.

          1. Nada pessoal, Will. Inclusive, você já me viu debochando de sua aparência, idade ou outras coisas? Debato só no campo das ideias.

            E a vida não é apenas política!

            Gosto do seu trabalho. Acho a antítese criada em torno das velhinhas o seu opus magnum.

            Uma é baixinha/infeliz/carrancuda/evangélica (supostamente) e outra alta/alegre/otimista/católica (idem). Muito divertido.

            O que lhe disse em outra ocasião, e repito, é que seu ponto fraco é justamente a crítica política: muito ginasial e panfletária. É como Olavo de Carvalho falando de fetos na Pepsi ou o Lula falando… sobre qualquer coisa.

            Ao divulgar seu trabalho, ele está sujeito a críticas.

            A única coisa que eu disse é a ABISSAL hipocrisia de socialistas de convicção “fingirem” se importar com democracias burguesas…

            É dissimulado, farisaico, tartufo, por isso que a crítica doeu em vocês.

          2. Eu faço questão de continuar falando sobre política quando achar que devo.
            Eu tenho 40 anos, sou homem, não tenho filho, muito menos neto… e faço semanalmente tiras da Anésia e da Dolores. Por que você nunca disse que eu era raso nestas tiras?
            Quanto sobre idosos eu preciso estudar pra fazer tiras sobre idosos?
            Quão profundo politicamente você precisou ser para julgar meu posicionamento político?

          3. Will, meu velho, honestamente? Eu não pensaria duas vezes em usar de blocked. Já passou do aceitável. Tem sempre um infeliz/imbecil sem noção pronto para estragar o clima. Os caras vivem para incomodar. Bloqueia logo esse manolo (para o seu e o nosso bem) e deixa o ambiente saudável de novo. Lembre-se: “um só pecador destrói muitas coisas boas”
            Eclesiastes 9:18

    1. Cara, você já leu alguma obra de Karl Max? Leu, ao menos “O guia do manifesto comunista” , que é um livretinho de bolso? Sem ser resumo, os livros completos? Sabe a origem histórica dos termos direita e esquerda – na Revolução Francesa?! Então, como você quer opinar sobre assuntos que você NAO FAZ A MÍNIMA IDEIA DO QUE SE TRATA?! Larga a p0&&@ das redes sociais e Whatsapp e vai ler um livro em papel! Um do Jessé Souza, por exemplo!

        1. Anos que acompanho comentários e ao menos aqui no do Will, no final talvez o troll seja você Ricardo.

          Primeiro porque tipo, você “quer debater no campo das ideias sobre política”. Só que só vive reclamando, principalmente quando (o conteúdo) fala algo sobre democracia e socialismo. Se quer ter razão e acha que todo mundo está errado, cá entre nós, melhor só ficar fechado em si mesmo, né? Só vive de refutada…

          Quando não se sente ofendido quando uma tira ataca algum político reaça – já vi várias vezes sobre, seja tu ou alguns outros nomes que circulam por aqui também. Ou quando falam sobre controle social, relações sociais, etc…

          Cara, sério. Falando aqui alguém que não nega em ser viciado em comentar: tenha um pouco de noção porque cansa muitas vezes. Se quer ser legal, blz, esquece um pouco política. Ou nem comente. Ninguém é obrigado, nem eu comento toda hora. E na boa, é até fácil de certa forma te ignorar. Mas quando direcionamos a crítica, “é para seu bem”, ou seja, para você entender que você pode comentar o que for, mas uma hora você não vai ser diferente de um troll idiota oriundo de algum submundo digital – isso que não duvido que você o possa ser.

          E isso vai marcar o e-mail que tu usa para comentar, vai marcar seu nome. Sei pq sei quando marcam o meu. E blz.

          O mais gozado nisso tudo: é só uma tira que basicamente o Cláudio (o carinha rosa) faz a seguinte provocação: de tanto as pessoas “sentirem nostalgia” a ponto de estarmos em ponto de uma guerra “só por nostalgia”, daqui a pouco vamos chegar na era dos dinossauros (sem o meteoro). Ou seja, “tamos voltando para trás”. Tudo isso pq alguém vendeu a ideia de “nostalgia” e para alguns a nostalgia estava na época das ditaduras, das guerras, dos coronelismos, das rebeliões…

          Quer avançar Ricardo? Não se preocupe no “debate das ideias”, apenas curta as tiras. 😉 Seja do Will, e de N outros que tem pela internet – tem até alguns por aí que talvez case com seu estilo político. Só “pensar um pouco”… :p

          Will, perdão o longo comentário, mas aproveitei para desabafar também!

      1. Você basicamente criou um espantalho do que o Ricardo pensa pra poder atacar uma versão mais fácil de desqualificar. Saliento que não sei o que ele pensa também, mas diferente de você, eu não vou presumir pra me sentir moralmente/intelectualmente superior, Observador.

        Em nenhum momento você tentou buscar diálogo, preferiu presumir que ele “não leu nada”, que “não sabe a origem dos termos” e que “vive de WhatsApp”. Isso não é argumento, é caricatura barata.

        Citar Marx, Revolução Francesa ou Jessé Souza não substitui debate. Leitura é importante, claro, mas ler não transforma ninguém automaticamente em intelectual, e muito menos em dono da verdade. O que demonstra maturidade intelectual é capacidade de dialogar com o que foi realmente dito, sem apelo à autoridade e sem ataque pessoal.

        Se você quiser discutir ideias de fato, ótimo. Mas se for só para performar pseudo-superioridade e distribuir carteirada de leitura, isso acrescenta zero à conversa.

        1. Quem está performando pseudo superioridade é o Ricardo, caramba! A gente está em um espaço de comentários vendo uma tira com uma piada. O comentarista vai e fala que “pessoas fingem preocupação com algo”.

          Sendo que a tira tem mais a haver com o fato que as pessoas TEM REGREDIDO EM SEUS IDEAIS – Jornalista fala as manchetes sobre ataques e a provocação do protagonista é o fato que as pessoas “em nome da nostalgia” acabam retornando seus pensamentos políticos a ponto de ficarem próximos a uma guerra mundial.

          Lembrando que o termo “progressismo” em si é justamente o progresso baseado em aprimoramentos, novas ideias e liberdade. “Progressismo” é o contrário de “regressão”, algo que ocorre quando pessoas “conservam” suas ideias como se fossem absolutas.

          E a política em si na verdade não é nem 8 ou 80 e sim uma nuance. Se estamos vivos e discutindo aqui é porque até agora não veio um censor bloquear estes comentários, né não? Claro, sabendo nossos próprios limites evitamos também problemas maiores.

          Enfim, quem começou com a bagunça foi o Ricardo. E não duvido de mais nada, dado o histórico de muita gente que se sente incomodada com alguns tipos de tiras…

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